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5 fatos sobre ser mulher ao longo da História

por Farol Incubadora

Postado em sexta-feira, 6 abril, 2018



Ser mulher no século XXI não é uma tarefa fácil. Ainda somos alvos de desigualdade, perseguição e exclusão. Felizmente, ao longo dos anos conseguimos adquirir muitos direitos, o que nos tornou mais forte. Porém, ao analisar a história, vemos o quanto o sexo feminino tem sofrido maus tratos. Mesmo depois de tantos anos, ainda é possível se surpreender com fatos da história sobre estar realmente na pele de uma mulher.

Desde o princípio a sociedade foi governada por homens e as mulheres ficavam em segundo plano, cuidando da casa ou de tarefas mais frágeis. Não poder votar e não ganhar o mesmo salário dos homens eram só algumas das desigualdades sofridas anteriormente. A vida das mulheres era como um verdadeiro filme de terror.

Por isso, no mês da Mulher, trouxemos algumas das horríveis realidades que elas foram obrigadas a passar ao longo dos tempos:

1– Meninas recém-nascidas eram deixadas para morrer

Em Atenas, era comum casais que deixavam suas filhas recém-nascidas morrerem em áreas selvagens, um ato chamado de ‘exposição’ do bebê. “Todo mundo cria um filho, mesmo que ele seja pobre”, declarou um escritor grego, “mas expõe uma filha, mesmo que ela seja rica.”

A prática era mais comum em Roma, nas famílias mais pobres. Foram encontrados registros de escritas que diziam que “as mulheres da época diziam que as meninas eram muito trabalhosas e, portanto, não tinham como bancá-las” e que “se você tiver uma garota, vamos ter que matá-la.”

Os pobres no Egito deixavam suas crianças morrerem sem a menor culpa. Quando viajavam deixavam registrado nas cartas um recado. “Se for menino deixe-o viver, mas se for menina mate-a.”

2 – Homens não tocavam mulheres menstruadas

Dá para acreditar? Os homens simplesmente não suportavam tocar em suas mulheres em seu período menstrual. Acreditavam que as mulheres menstruadas podiam matar imediatamente tudo o que elas vissem. Um filósofo romano escreveu: “A mulher em tal estado produz leite azedo.”

As mulheres passavam seus ciclos menstruais isoladas em um edifício especial onde os homens não podiam entrar. Os israelitas também não tocavam as mulheres durante o período, e acreditavam que tudo que elas tocassem nesse período ficaria imundo.

3 – Perder a virgindade era uma sentença de morte

Se um pai em Atenas descobrisse que sua filha solteira já não era mais virgem, ele podia vendê-la legalmente na escravidão. Os samoanos deviam ter certeza que suas mulheres eram virgens. Durante um casamento, o chefe da tribo deveria romper o hímen da noiva manualmente na frente de toda a multidão.

Uma mulher já foi enterrada viva em Roma pelo simples fato de ter perdido sua virgindade antes dos 30. Em Israel, qualquer mulher que tivesse perdido a virgindade antes do casamento poderia ser apedrejada até a morte.

4 – Mulheres eram forçadas a matarem seus bebês

Em quase todos os países, quando as mulheres davam a luz à uma criança deformada (deficiente) ele era obrigada a matá-la. A mãe tinha duas opções, sufocar a criança ou abandoná-la.

Na margem de Israel, os arqueólogos encontraram os restos de dez bebês mortos nos esgotos da cidade. Um em cada quatro bebês romanos não conseguiu o primeiro ano de vida.

5 – Mulheres eram mortas com seus maridos

Até o século 19, uma mulher na Índia que perdesse o seu marido deveria escavar sua própria sepultura e se queimar até morrer junto do corpo do marido. Nas guerras as mulheres costumavam se matar antes mesmo de seus maridos voltarem.

Os maridos assistiam suas famílias se queimarem e no dia seguinte se manchavam das cinzas o que era considerado ato de motivação para enfrentar a guerra.

 

Hoje as mulheres conquistaram muito em todos os espaços da sociedade, mas não podemos nos esquecer de todas as humilhações passadas e presentes que muitas ainda sofrem. Mas que nossa força e determinação nunca falhe e que um dia possamos viver tranquilas em um mundo de liberdades iguais.


J.K. Rowling: conheça a história de superação da autora que vendeu mais de 500 milhões de livros

por Farol Incubadora

Postado em terça-feira, 23 janeiro, 2018



Joanne conta que a ideia de Harry Potter surgiu em 1990 em uma viagem de trem de Manchester à Londres (cuja estação de destino era King’s Cross!). O detalhe era que a autora não tinha nenhum papel em mãos e precisou pensar sobre a ideia a viagem inteira, até chegar em Londres e conseguir escrever tudo.

A autora envio seu original para diversas editoras e conta que recebeu diversos “nãos”. De fato, um dos mais grossos incluiu a não devolução da pasta que tinha sido enviada sob o pretexto de que ela não cabia em sua vida.

Depois de tantas negativas, Joanne conseguiu finalmente uma resposta da Bloomsbury, uma pequena editora inglesa. O agente literário da editora queria ler o restante do texto. Segundo ela, foi a melhor carta que já recebeu na vida!

A autora precisou adicionar o “K” no nome por sugestão de Cunningham, que disse que seria difícil que os leitores comprassem um livro tão obviamente escrito por uma mulher.

Finalmente, em 1997, Harry Potter e a Pedra Filosofal foi publicado. A autora precisou adicionar o “K” no nome por sugestão de seu editor. Por isso, em vez de “Joanne Rowling”, as capas foram creditadas a “J.K. Rowling”. O “K” é de Kathleen, que veio do nome de sua avó paterna.

O livro que os editores acharam que não chegaria a ser um sucesso vendeu, no mundo todo, mais de 120 milhões de cópias.

De fato, a saga de Harry Potter foi um sucesso de vendas, com mais de 500 milhões de cópias em mais de 50 línguas. Todos os livros da saga estão na lista dos 100 best sellers mundiais. Os livros foram transformados em 8 filmes que são recordes de bilheteria no mundo todo.

Segundo a Forbes, a fortuna da autora é estimada atualmente em 650 milhões de dólares. O valor poderia ser mais alto ainda se Joanne não se dedicasse a doar milhões para causas sociais todos os anos (estima-se que ela tenha doado cerca de 150 milhões de dólares ao longo dos anos).

Portanto, a autora se destaca como uma das mulheres mais influentes do mundo!